Após 5 dias de uso, aqui vai meu depoimento totalmente a favor do Acer Aspire One.
Era minha intenção adquirir um notebook muito pequeno. A idéia de comprar um netbook veio da ótima experiência que foi conviver com o HTC Touch, e de tudo que aprendi para fazê-lo atender minhas necessidades. Meu plano inicial era tentar sobreviver somente com um smartphone, mas isto ainda está longe de ocorrer. Portanto, para diminuir a culpa, escolhi o One.
Para tirar melhor proveito da tela diminuta, inicio o firefox sempre em tela cheia (F11). Constantemente recorro ao combo ctrl + ‘+’ para aumentar a fonte no firefox, e ctrl + ‘-’ para diminui-la. Digitar não foi problema em nenhum momento, o tamanho das teclas é bastante confortável, e o padrão ABNT está sendo de muita ajuda.
Um software que está sendo de grande valia é o AutoHotKey, que permite gravar macros e relacioná-las a combinações de teclas. Utilizo, por exemplo, para abrir um notepad contendo uma miscelânea de informações que recorro sempre para anotar qualquer coisa, portanto é um grande ponto de partida quando quero encontrar qualquer informação; e o segundo e mais importante uso é o de abrir páginas web, além de também utilizá-lo para iniciar meu servidor de aplicações e de banco de dados através de um único clique.
O desempenho me pegou de surpresa. O Atom de núcleo duplo, 1,6 GHz dá conta do recado: já estou planejando instalar o Photoshop. Ele pôe no bolso todos os Celeron e Semprom que já testei.
A tela é muito pequena. Depois de trabalhar nele algumas horas, fui pegar uns arquivos no notebook do meu pai, um de 15″ e parecia que eu estava na frente de uma tela de cinema. Apesar da aparência não é uma reclamação: trabalhar nele não é nenhum sacrilégio, e como estou desenvolvendo um monte de manhas está divertido trabalhar nela.
Enfim, o Aspire One foi uma ótima aquisição, cheio de gratas surpresas. Certamente ele será uma escola na hora de desenvolver métodos ágeis de trabalho, portanto aguarde novos posts relacionados.
Entrevista na TV IG com José Roberto Melo da Silva, fundador da AEIOU, nova operadora de celular em São Paulo.
Bastante interessante. Apesar de ser obrigado a responder algumas perguntas estúpidas, José Roberto fala muito bem em pouco mais de 30 minutos sobre a situação da telefonia móvel brasileira, além da proposta da operadora. Bravo.
Pena que a operadora pretende se expandir nacionalmente somente a partir de 2010.
A Google também tem seus dias malignos. Do termos de serviço do Android Market:
Google pode descobrir que um determinado produto viola o contrato com o desenvolvedor… diante da ocorrência de tal fato, a Google retém o direito de remover remotamente as aplicações de seu aparelho sem aviso prévio.
Pelo rebuliço criado quando a Apple anunciou esta possibilidade para o Iphone 3G, a Google não podia pensar em outra maneira?
O Drive Assist, software desenvolvido pela Aegis Mobility, promete previnir acidentes envolvendo motoristas utilizando o celular. Ele atua verificando a velocidade e alterando o comportamento do celular caso seja detectado que o usuário está em velocidade. Ele bloqueia as ligações e as mensagens de texto, e assim que o software detecta que o usuário está parado a algum tempo (concluindo portanto que ele já está fora do veículo), ele atua junto à operadora e disponibiliza os correios de voz e as mensagens de texto enviados durante enquanto o usuário estava dirigindo. Há também configurações para que determinados números sempre passem pelo software mesmo que o usuário esteja dirigindo.
Como este software precisa ser disponibillizado pela operadora, não arrisco qualquer expectativa de lançamento aqui no Brasil. Porém também não vejo motivo algum para que alguém desenvolva algo semelhante que não dependa de funcionalidades da operadora.
Uma das reclamações que mais ecoam nos blogs e fóruns constam que o iPhone 3G tem uma bateria um tanto quanto mal dimensionada para o consumo do gadiguete. Eis que a Mophie lançou uma solução não tanto elegante, mas bem vinda para aquele dia de uso pesado.
A Mophie diz que o aumento na bateria chega a 458%, ou 4,5 vezes mais de tempo para conversar, navegar ou ouvir música, o que é um baita upgrade. Já que não dá para ter uma autonomia destas num aparelho compacto, por $99 não estamos tão abandonados assim. Dá-lhe Mophie!
Excelente. Não é engano, cada vez mais recursos bacanas dos equipamentos convencionais estarão disponíveis nos celulares. Mais uma prova é o Sharp SH-01A, com câmera de 8 megapixels, lente de 28-mm wide angle (oba!!!) e som Dolby Pro Logic II.
O celular será lançado no mercado japonês, sem pistas se será lançado no Brasil.
O Windows nunca será cool, a Microsoft não tem a capacidade de criar o engajamento que a Apple tem com seus usuários. Por outro lado, a Microsoft não precisa disso. Ela cria o software que todo mundo já conhece e já sabe usar.
Entrego os pontos, depois de me virar por quatro meses somente com o HTC Touch para acessar a internet e atender minhas outras necessidades computacionais. Sim, eu conto com um desktop no trabalho, mas no meu tempo “livre” estava somente com o Touch.
A experiência foi positiva, me forçou a conhecer inúmeros softwares úteis (depois falo melhor sobre eles). E apesar de ficar um pouco decepcionado com o veredito ele bastou para a maioria das minhas atividades como email, navegação geral e leitura de RSS. Mas como resultado deixei de atualizar o blog, dentre outras coisas que não fiz por falta de uma tela maior, maior poder computacional, falta de agilidade para digitar e indisponibilidade de software.
Para pôr fim à minha dieta computacional encomendei um Aspire One, com o qual tentarei fazer todo o restante de tarefas que ainda não consigo no celular. Quanto à escolha de um netbook, se precisarei andar para cima e para baixo com um notebook, que ele seja realmente portátil ;-)
Minha jornada rumo à miniaturização começou com a substituição do meu desktop por um notebook, a qual ocorreu sem maiores traumas. Sei que não sou um usuário normal: rapidamente me adaptei ao touchpad, nunca quis usar mouse (também é reflexo do uso intensivo de shortcut keys). Meu próximo objetivo é usar somente o celular.
Quanto ao netbook, preferi o Aspire One ao Asus eee pois o que vou comprar vem com Windows XP original, 1Gb de RAM, 120GB de HD, teclado ABNT e o melhor: nota fiscal, a loja é representante da Acer no Brasil. O design do One é mais interessante também, fiquei apaixonado pelo marrom.
Fim da história: ainda não chegou a hora de me livrar do notebook nas minhas horas livres, estamos mesmo muito longe disso ser possível mesmo para interesses muito básicos. Sei que todos já sabiam que a conclusão seria essa, mas não entrego os pontos tão facilmente. Quem sabe a partir dessa insatisfação eu não desenvolva algum software interessante? Assunto pros próximos posts…
Um homem de 28 anos no Reino Unido comprou uma máquina fotográfica Nikon Coolpix por cerca de 31 dólares no eBay. Na câmera haviam informações sigilosas da organização secreta MI6.
Alega-se que a câmera foi vendida por um dos agentes da organização clandestina, a qual continha nomes de células da al-Qaeda, nomes de pessoas, imagens de suspeitos de terrorismo, impressões digitais e até um log-in para a rede do serviço secreto.
O comprador entregou a câmera à polícia.
A grande maioria de nós ignora o fato de que informações sensíveis sobre nós podem cair nas mãos erradas, simplesmente por estarem armazenadas em celulares, câmeras e outros, que podem ser roubados ou perdidos. Alguém mal intencionado pode publicar seus vídeos ou utilizar suas informações indevidamente. Muitos, por exemplo, ao vender câmeras simplesmente deletam os arquivos, os quais podem ser facilmente recuperados através de alguns softwares. Mesmo softwares de criptografia, para o caso de smartphones, podem ter segurança fraca, facilitando a recuperação de informações.
Fica a dica: cuidado com o que guarda nos seus gadiguetes, e na hora de vender utilize um software especializado para apagar os dados. Utilize criptografia onde puder. Melhor não arriscar.